INTRODUÇÃO
Nas últimas décadas tem se destacado a importância da manutenção de hábitos saudáveis, visando assim uma melhor qualidade de vida da população. Tal preocupação vem sendo referente aos hábitos pessoais de indivíduos fisicamente ativos e inativos. No Brasil, o sedentarismo é um problema que vem assumindo grande importância. As pesquisas mostram que a população atual gasta bem menos calorias por dia, do que gastava há 100 anos, o que explica porque o sedentarismo afetaria aproximadamente 70% da população brasileira, mais do que a obesidade, a hipertensão, o tabagismo, o diabetes e o colesterol alto. O estilo de vida atual pode ser responsabilizado por 54% do risco de morte por infarto e por 50% do risco de morte por derrame cerebral, as principais causas de morte em nosso país. Assim, vemos como a atividade física é assunto de saúde pública (MONTI 2007, p.1). Portanto, a atividade física torna-se de suma importância nas tarefas do dia-a-dia, sendo ela no trabalho, em casa ou nos momentos de lazer. “Atividade física é definida como qualquer movimento corporal, produzido pela contração dos músculos esqueléticos e que resulta em um aumento substancial em relação ao dispêndio de energia em repouso” (Diretrizes do ACSM para os testes de esforço e sua prescrição. Oitava edição 2010, p.2). Com isso, logo pensamos: “estou sempre me movimentando então já pratico atividade física”, mas para a maioria isso não se torna útil como deveria ser. O ACMS e a American Heart association (AHA) promulgaram recomendações atualizadas para atividade física e saúde em 2007. As recomendações primárias dessa atualização incluem: todos os adultos com 18 a 65 anos de idade necessitam de uma atividade física aeróbica de intensidade moderada por um mínimo de 30 minutos 5 dias por semana, ou de uma atividade vigorosa por um mínimo de 20 minutos 3 dias por semana. Tais recomendações têm como benefícios a melhoria na função cardiovascular e respiratória, redução nos fatores de risco para doença coronariana e morbidade e mortalidade reduzida. A Organização Mundial de Saúde (OMS) define saúde não apenas como a ausência de doença, mas como a situação de perfeito bem-estar físico, mental e social. Esse projeto tem como propósito a conscientização das pessoas à prática de atividades físicas diárias enquanto componente essencial para uma melhor qualidade de vida. Podendo contribuir assim para a realização das tarefas do dia-a-dia com um melhor desempenho, sentindo-se melhores e mais motivadas a viver.
Nas últimas décadas tem se destacado a importância da manutenção de hábitos saudáveis, visando assim uma melhor qualidade de vida da população. Tal preocupação vem sendo referente aos hábitos pessoais de indivíduos fisicamente ativos e inativos. No Brasil, o sedentarismo é um problema que vem assumindo grande importância. As pesquisas mostram que a população atual gasta bem menos calorias por dia, do que gastava há 100 anos, o que explica porque o sedentarismo afetaria aproximadamente 70% da população brasileira, mais do que a obesidade, a hipertensão, o tabagismo, o diabetes e o colesterol alto. O estilo de vida atual pode ser responsabilizado por 54% do risco de morte por infarto e por 50% do risco de morte por derrame cerebral, as principais causas de morte em nosso país. Assim, vemos como a atividade física é assunto de saúde pública (MONTI 2007, p.1). Portanto, a atividade física torna-se de suma importância nas tarefas do dia-a-dia, sendo ela no trabalho, em casa ou nos momentos de lazer. “Atividade física é definida como qualquer movimento corporal, produzido pela contração dos músculos esqueléticos e que resulta em um aumento substancial em relação ao dispêndio de energia em repouso” (Diretrizes do ACSM para os testes de esforço e sua prescrição. Oitava edição 2010, p.2). Com isso, logo pensamos: “estou sempre me movimentando então já pratico atividade física”, mas para a maioria isso não se torna útil como deveria ser. O ACMS e a American Heart association (AHA) promulgaram recomendações atualizadas para atividade física e saúde em 2007. As recomendações primárias dessa atualização incluem: todos os adultos com 18 a 65 anos de idade necessitam de uma atividade física aeróbica de intensidade moderada por um mínimo de 30 minutos 5 dias por semana, ou de uma atividade vigorosa por um mínimo de 20 minutos 3 dias por semana. Tais recomendações têm como benefícios a melhoria na função cardiovascular e respiratória, redução nos fatores de risco para doença coronariana e morbidade e mortalidade reduzida. A Organização Mundial de Saúde (OMS) define saúde não apenas como a ausência de doença, mas como a situação de perfeito bem-estar físico, mental e social. Esse projeto tem como propósito a conscientização das pessoas à prática de atividades físicas diárias enquanto componente essencial para uma melhor qualidade de vida. Podendo contribuir assim para a realização das tarefas do dia-a-dia com um melhor desempenho, sentindo-se melhores e mais motivadas a viver.
JUSTIFICATIVA
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais da metade da população adulta brasileira está acima do peso. Pesquisas indicam que o excesso de peso já atinge também uma em cada três crianças entre cinco e nove anos de idade e um quinto dos adolescentes no país. Diante desses dados busca-se nesse projeto conscientizar crianças, adolescentes, adultos e idosos a se tornarem mais saudáveis, e com isso conscientes de que a prática da atividade física traz benefícios por toda a vida. Além do sobrepeso outro fator de risco que atinge a população são as doenças coronarianas. Segundo Costa (2004), doenças como a diabetes, coronariopatia, hipertensão arterial, acidente vascular cerebral, males hepáticos, apoplexia, dificuldades biomecânicas, entre outras, representam gastos diretos e indiretos de atenção á saúde. São diversos os fatores de riscos, e para que esse quadro seja revertido é preciso um trabalho de conscientização dos profissionais da saúde para com a população, visando assim uma melhor qualidade de vida ás pessoas.
OBJETIVOS
Estabelecer os benefícios da atividade física regular
Melhoria da função cardiovascular e respiratória;
Redução nos fatores de risco para doença coronariana;
Morbidade e mortalidade reduzidas;
Redução da ansiedade e da depressão;
Função física aprimorada e estilo de vida independente em pessoas mais idosas;
Sensações aumentadas de bem-estar;
Melhor execução do trabalho e das atividades recreativas e esportivas;
Risco reduzido de quedas e lesões devidas a quedas em pessoas mais idosas;
Prevenção ou redução das limitações funcionais em adultos mais velhos;
Terapia efetiva para muitas doenças crônicas em adultos mais velhos.
RESULTADOS ALMEJADOS
RESULTADOS ALMEJADOS
Espera-se que essa palestra apresentada, promova e estimule a prática da atividade física em grande parte da população sedentária. Conscientizando e apresentando as principais incidências de doenças causadas pelo sedentarismo:
Obesidade;
Diabetes;Perda de massa muscular e cansaço;
Baixa resistência orgânica;
Problemas cardíacos;
Dores articulares e musculares;
Pressão alta;
Alto nível de stress;
Má postura.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASDUARTE, Gabriela. Sedentarismo afeta 70% das pessoas em todo o mundo. Disponível em: <http://www.nominuto.com/noticias/cidades/sedentarismo-afeta-70-das-pessoas-em-todo-o-mundo/12873/print/> acesso em: 04 maio. 2011.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATISTICA. POF 2008-2009: desnutrição cai e peso das crianças brasileiras ultrapassa padrão internacional. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=1699&id_pagina=1> acesso em: 04 maio. 2011.
LAIS, Sheilla. Motivos importantes para a prática da atividade física. Disponível em:<http://sheillalais.wordpress.com/2007/10/16/motivos-importantes-para-a-pratica-da-atividade-fisica/> acesso em: 04 maio. 2011.
MARINHO, Antônio. Medidas simples para ter um coração saudável. Disponível em:
< http://oglobo.globo.com/pais/moreno/posts/2010/06/20/medidas-simples-para-ter-um-coracao-saudavel-301724.asp> acesso em: 16 agosto. 2011.
MONTI, Marcello. Importância da atividade física. Disponível em: <http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=4772&ReturnCatID=1774> acesso em: 04 maio. 2011.
SEGRE, M.; CARVALHO, F. F. O conceito de saúde. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0034-89101997000600016&script=sci_arttext#not1> acesso em: 04 maio. 2011.